terça-feira, 5 de abril de 2016

Roteiro SP-Arte / Baró, Choque Cultural, Emma Thomas e Luciana Brito‏




Segue um roteiro da SP-Arte com as novidades que serão apresentadas pelas galerias Baró, Choque Cultural, Emma Thomas e Luciana Brito, em São Paulo.













“A Fuga”, tela inédita de Norbert Bisky / imagem: divulgação

A Baró Galeria participa da 12ª edição da SP-Arte. Neste ano, a galeria estará no stand F10 e apresenta obras dos artistas Ivan Navarro (Chile), Daniel Arsham (EUA), Jiri Georg Dokoupil (República Tcheca), Maria Nepomuceno (Brasil) e Norbert Bisky (Alemanha).

O chileno Ivan Navarro exibe a tela "Extraña devoción (strange devotion)" 2013, obra da série "Where is the next war?", produzido a partir de neon, madeira, tinta, timer, espelho, vidro espelhado e energia elétrica. 

O americano Daniel Arsham leva a obra "Formless figure" (2015), fibra de tela, tinta e pasta de vedação; e a "Corner Knot" (2015), EPS, emboço, tinta e pasta de vedação.

O tcheco Jiri Georg Dokoupil obra de 2015, feita a partir de sabão de coco e pigmento sobre tela; a brasileira Maria Nepomuceno apresenta “O Infinito Vive Aqui”, obra inédita produzida a partir de cordas, contas, tijolos, tubo hidraulico, palha trançada, cerâmica, tinta acrílica e cadeira. 

O alemão Norbert Bisky terá uma tela de sua exposição “A Fuga” – mostra em cartaz na Baró Galeria Jardins de 5 de abril a 7 de maio -  na qual reflete a liberdade de mobilidade e a situação migratória na Europa.













Obra da série “Xícaras”, 2016, de Mariana Martins / imagem: divulgação 


A galeria Choque Cultural estará no stand B5 e apresenta  oito trabalhos dos artistas Alê Jordão, Coletivo BijaRi, Daniel Melim, Jaca, Mariana Martins, Matias Picón, Rafael Silveira e TEC.
Alê Jordão, artista que acaba de integrar o time representado pela Choque Cultural, apresenta a obra “Carrinho de Neon”, uma escultura em neon na qual ressignifica logotipos famosos e desconstrói marcas poderosas do imaginário de consumo.

Já o Coletivo BijaRi exibe a obra “Praças Impossíveis”, escultura que transforma uma bicicleta-cargo em uma escultura-móvel.

Daniel Melim traz à SP-Arte duas obras inéditas, “SIM” e “Doz Cabezas”, telas de grande formato que exploram o tema da figura feminina como nos grandes murais que exibe pela cidade. 

Rafael Silveira traz telas-objetos da série "Besouros", caracterizadas por pinturas a óleo montadas em quadros esculpidos em madeira.

O artista argentino TEC apresenta duas telas que fazem referência ao mural gigante  “Empena-Cega” que  pintou em 2015 no Minhocão, em São Paulo. 

O uruguaio Matias Picón exibe o livro-objeto "ZINE", feito página a página, com diversas técnicas de impressão. E Mariana Martins expõe esculturas em resina policromada feitas em fôrmas de gelatina.











Obra da série “Tudo o que possa ser feito e desfeito”,  2016, de Lucas Simões / imagem: divulgação




Emma Thomas (www.emmathomas.com.br ) – stand SL 07

A galeria estará no stand SL 07 e apresenta “Tudo o que possa ser feito e desfeito”, projeto solo do artista Lucas Simões, selecionado pela curadora Luiza Teixeira de Freitas, e uma continuação das pesquisas anteriores de Simões – “Não-ditos”, “Vazios”, “Recalque Diferencial” e “Abismos”.
O artista leva à SP-Arte uma série inédita de trabalhos que refletem sobre elementos tradicionais da arquitetura de países tropicais, como por exemplo, os muxarabis - um elemento arquitetônico criado pela cultura árabe cuja função é permitir ventilação e iluminação -  e a noção de intimidade criada por estes.
Em “Tudo o que possa ser feito e desfeito”, Lucas Simões se aprofunda nas propriedades técnicas e plásticas das argamassas de cimento, fazendo um paralelo entre o tempo e a fisicalidade das esculturas.
O projeto é composto pelas séries “Vertigem” e “Volátil”, nas quais Simões apresenta fragmentos geométricos de concreto atravessados por tramas flexíveis e suspensas no espaço, sem um limite espacial tão definido como nas séries anteriores “Abismos” e “Vazios”. Segundo o artista, a ideia é relacionar e intensificar a gravidade, o tempo, o peso e a impermanência nesta inversão estrutural.

O stand da galeria Emma Thomas tem apoio do arquiteto e lighting designer Christoph Larbig, representando da ERCO, marca alemã que é referência mundial em iluminação técnica de obras de arte.










(Obras de Tiago Tebet, Regina Silveira e Caio Reisewitz: Luciana Brito Galeria arma três individuais durante SP Arte)

Luciana Brito Galeria apresenta individuais dos artistas Regina Silveira, Tiago Tebet e Caio Reisewitz
A Luciana Brito Galeria inaugura uma forma inovadora de participação em feiras de arte. Ela irá ocupar seu estande de 120 m2 com três exposições individuais não simultâneas, permitindo um contato aprofundado com a produção de grandes nomes da arte brasileira contemporânea, que prepararam obras inéditas para a ocasião: Regina Silveira, Tiago Tebet e Caio Reisewitz. 

Além disso, a galeria irá criar um espaço em que o público poderá ver uma seleção inédita de obras Gaspar Gasparian, Geraldo de Barros, Pablo Lobato, Rochelle Costi, Tiago Tebet, Thomaz Farkas e Waldemar Cordeiro, entre outros. 

Na abertura da SP Arte, no dia 06 de abril (quarta-feira), seu estande G6 será ocupado por obras de Tiago Tebet (São Paulo, 1986). O jovem pintor apresenta um conjunto de obras inéditas de sua mais recente pesquisa, em que secciona o espaço pictórico a fim de ressaltar o aspecto projeto e não-representativo da pintura. 

Na quinta e sexta-feira (07 e 08 de abril), os visitantes poderão ver uma individual de Regina Silveira. Um das obras, a inédita “Touch Two (white)”, de 2016, é composta por um conjunto de painéis de alumínio gravados digitalmente. 

Por fim, no sábado e domingo, 09 e 10 de março, o estande dará espaço para uma mostra de Caio Reisewitz com uma seleção expressiva de suas obras recentes, incluindo trabalhos inéditos, como a nova série “Isla”, bem como fotografias jamais exibidas no Brasil das séries “Jaraguá” e “Altamira”. 




Serviço:

SP-Arte/2016
6 a 10 de abril
Horários
Quarta, 6 de abril (Preview para convidados)
Quinta a sábado, 7 a 9 de abril: 13h–21h
Domingo, 10 de abril: 11h–19h

Local: Pavilhão da Bienal
Parque Ibirapuera, portão 3
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n
São Paulo, Brasil

Estacionamento no Parque com Zona Azul

Valores:
Inteira: R$40
Meia-entrada: R$20 (válida para estudantes, idosos com mais de 65 anos, cartão Vale-Cultura e portadores de necessidades especiais, mediante apresentação de documento).
Crianças de até 10 anos não pagam entrada.

Bilheteria
Quinta a sábado (7 a 9 de abril): 13h-21h
Domingo (10 de abril): 11h-19h

A bilheteria encerra 30 minutos antes do fechamento da Feira.